Ano Novo....

Quem convive comigo , sabe que sempre tive uma quedinha pelo lado filosófico da vida...,mesmo quando os próprios filósofos não sabem muitas vezes retratar e definir de que catsu se trata a própria dita filosofia!

Mas acho que devemos ficar mais pragmáticos no melhor sentido da palavra, buscando por soluções praticas e menos etéreas para tocarmos o barco e fazermos a porra da Lusitana rodar.

Os problemas, sonhos, angustias ,triunfos e vitórias, cafés frios, quentes, cordas quebradas e pedais legais, saco cheio,vazio.... falo e divido com minha esposa, com minha mãe, com a terapeuta, com a cachorra e até mesmo com a minha filha que ainda não fala, mas entende da vida mais que todo mundo


Aqui nos vales da rede..... quero mais é fazer um levante e colocar esta merda para andar.(intimidade até a pagina 15 e olhe lá...)

Que sejamos mais práticos,todavia mais sinceros, puros( pero no mucho),com mais fé e pé na tabua, sem jogar areia na pista do vizinho(depois os ventos as trazem de volta..)

Que sejamos mais artistas / empreendedores e menos tecnocratas/burocratas, mesmo quando vestimos a farda da tecnoburocracia.
No mais é isso aí
Feliz Ano Novo!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Abaixo um vídeo do meu maior ídolo ,que diz na sua canção um lema verdadeiro para este ano...

Férias....

Curso Cia da Musica





A galera bacana que prestigiou o Intense sábado passado...

Brigadu!

Oka

Gig Bag

Gig Bag I

Alguns itens inusitados que não podem faltar no seu gig bag....


Pregadores de roupa ( para prender partituras no palco)

Cortadores de unha( elas crescem e não percebemos o quanto enchem o saco na hora de tocar)....

Baterias extras( fontes queimam do nada)

Canetas (tipo pincel atômicos), para escrever set lists com letras garrafais

Lanternas(palcos são lugares escuros....)

Stuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu



Stu.....

Um dos pontos altos deste ano foi acompanhar o Stu Hamm, herói de longa data a quem já tinha pedido autógrafo e tirado foto junto quando moleque....

Um cara muito bacana, paciente e gentil, além de monstro e lenda viva no contrabaixo

A gig foi um corre só... as dicas que o Kiko Loureiro deu no seu Blog sobre a sua tour com a Tarja do Nightwish, serviram para nortear uma situação de susto e responsa como foi esta(me convidaram apenas duas semanas antes), com mp3 e scores via e mail resultando num ensaio rápido antes da gig.

A foto tirada pelo meu brother Rodrigo , me mostra aguardando a deixa de entrada da banda.... a cara de saco cheio confesso é em relação a uma molecada pentelha na primeira fila que ria por estarmos esperando o Stu terminar a parte solo (eita tennage wasteland.....).

Oka

Up and Down.....

Ups and downs 2008...

Downs

O passamento do Wander Taffo,Hiran Bullock e Jeff Healey

Histeria coletiva sobre a crise mundial

A vida em Sampa esta caótica

Palmeiras não foi campeão brasileiro

Os espaços para a música ao vivo ainda estão restritos

Ups

Nasceu a Isabella( nenezinha hey, hey, hey...)!!!!!

Crise é oportunidade(clichê pero vero...)

A vida em Sampa é produtiva

Palmeiras na Libertadores

Fiz muitas Gigs

Comprei (após muita busca) a miniatura da nave ‘Arrow” do Ultraman Jack...rs




E vc caro amigo, quais são teus Ups and Downs????????

Oka

Fique verde.....

Li no site da Uol.... muito legal...

Ex-pesquisador da Nasa ensina como se livrar da poluição em ambientes internos
Por Cristina Almeida
Especial para o UOL Ciência e Saúde


O que uma nave espacial, uma casa e uma empresa têm em comum? A resposta é a existência de várias substâncias voláteis químicas capazes de fazer com que o ar que se respira nesses ambientes seja até dez vezes mais poluído do que o ar externo.

Especialistas afirmam que nesses locais há uma forte concentração de elementos altamente poluentes, o que pode ser a causa de alergias e asma, entre outras patologias mais graves.


A palmeira areca, assim como a ráfis, é uma das plantas mais eficazes contra a poluição dos ambientes internos
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O engenheiro ambiental Bill Wolverton, ex-pesquisador da Nasa, e autor do livro "Plants: how they contribute to human health and well-being" ("Plantas, como elas contribuem para a saúde e o bem-estar"), com lançamento previsto para abril de 2009 nos EUA, explica que, durante as missões da base espacial Skylab, mais de 100 tipos de substâncias poluidoras foram encontradas dentro das naves espaciais.

Constatado o fato, cientistas e pesquisadores da Nasa mobilizaram-se para descobrir soluções para o controle do problema antes que as missões de longo prazo iniciassem.

A partir dessa descoberta, a U.S. Environmental Protection Agency (EPA - Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos), vistoriou prédios públicos como escritórios, hospitais e creches, e neles identificou mais de 900 poluentes transportados pelo ar.

O elemento prevalecente era o formaldeído (formol). Altamente tóxico, esse composto tido como cancerígeno é utilizado em vários materiais de construção e também em móveis, vidros, espelhos, roupas e até no papel higiênico. Além desse gás, as pesquisas revelaram a presença de benzeno, xileno e tricloroetileno, (componentes de tintas, monitores, tapeçarias, fotocopiadoras e cigarros), bem como do clorofórmio (encontrado na água potável), amoníaco, álcool e acetona (carpetes e cosméticos), todos nocivos à saúde.

Filtros naturais

A solução foi encontrada na própria natureza. Os pesquisadores identificaram várias plantas de fácil cultivo em locais com pouca luz, cujos filtros naturais são capazes de neutralizar a poluição interna.

Muitas espécies podem ser utilizadas para esse fim, como a dracena, a samambaia e a babosa, mas as mais eficientes entre as plantas são a palmeiras areca e ráfis, de baixo custo e muito conhecidas por suas qualidades ornamentais.

Embora essas duas espécies se destaquem, o engenheiro americano esclarece que todas as plantas são capazes de remover poluentes transportados pelo ar. E isso ocorre porque "as folhas das plantas podem absorver certas substâncias químicas orgânicas, destruindo-as por meio de um processo chamado colapso metabólico, o que foi provado por um grupo de cientistas alemães que testou o formaldeído com o carbono-14, observando sua absorção e destruição metabólica dentro do clorófito (pigmentação verde)".

"O formaldeído é metabolizado e convertido em ácidos orgânicos, açúcares e ácidos de amido: quando as plantas transpiram vapor de água por meio de suas folhas, elas puxam o ar para as raízes. Isso nutre os micróbios com oxigênio, que consomem as substâncias químicas tóxicas contidas no ar, que lhes servem como fonte de alimento e energia", esclarece.

Vasos de água

Para melhorar a qualidade do ar em casas e escritórios, Wolverton sugere a utilização do maior número de plantas que um determinado espaço permita.

Ele recomenda que as plantas sejam cultivadas por meio da hidrocultura (hidroponia). "Nossos estudos revelaram que plantas cultivadas na água são mais eficientes na redução do transporte de fungos e bactérias do que as cultivadas em terra". O ideal, segundo o especialista, é ter uma planta para cada 9,29 m² quando cultivadas em hidrocultura, e duas no mesmo espaço, quando se utilizam vasos de terra.

Como as pessoas que mais se ressentem com a poluição interna são as crianças, idosos, doentes ou indivíduos com sistemas imunológicos comprometidos, Wolverton conta que países como o Japão já estão investindo em jardins ecológicos dentro dos hospitais para melhorar a qualidade do ar para pacientes e funcionários.

"Por precaução, somente plantas cultivadas por meio da hidrocultura devem ser utilizadas nos hospitais, por causa dos fungos e bactérias indesejáveis nesses ambientes".

Jardins supensos

Wolverton revela que a preocupação com a qualidade do ar nos ambientes profissionais coincide com a preocupação crescente em melhorar a qualidade do ar nos grandes centros. Por esse motivo, ele comenta, jardins nas coberturas dos prédios estão se tornando muito populares na Europa e na Ásia.

"No Japão, 20% de todos os novos prédios de Tóquio já possuem coberturas verdes. Na Índia, onde o ar é extremamente poluído, sou consultor em um projeto que prevê a construção de várias estufas nas coberturas de um grande complexo de prédios. O ar do interior desses edifícios circulará pelas estufas para ser purificado antes de retornar para os escritórios. Em essência, as plantas cultivadas na estufa funcionarão como se fossem os pulmões de cada prédio."

Who are you?

Viva São Peter....
Pete Towshend representa para mim uma espécie de santo padroeiro, seja pelo seu legado artístico( um dos principais baluartes do que restou do rock’n roll), ou pela sua atitude perante à vida e sua genial musicalidade.
Não apenas um mero destruidor de Teles, Stratos, Sgs, Les Pauls e Rickenbackers(entre outra infinidade de guitarras esmigalhadas) que legitimou o formato ópera-rock ,através de Tommy.Sua responsabilidade sobre grandes avanços da arte, aconteceu de maneira subliminar para a grande massa, assim como a maioria das coisas que valem a pena no rodar da Lusitana Townshend, ao lado de : Bowie, Lennon ,Dylan, Zappa e Hendrix , se caracteriza por mostrar que o rock n’roll não é mera cultura de consumo e sim uma música extremamente poderosa e inteligente, que arrancou aplausos de ninguém menos que Leonard Bernstein, numa da primeiras apresentações de Tommy; ou seja, da mesma maneira que guitarras eram demolidas, Platão e Conrad eram lidos....
Desde a moda da utilização de Unions Jacks( a antiga bandeira inglesa) que cruzou além-mares e ornou cinzeiros e mini-saias ( advindos dos blazers e amplis do Who), seguindo pelos avanços da tecnologia nos estúdios caseiros, do qual Pete foi pioneiro, o desenvolvimento do Stack da Marshall até o link entre cultura pop e espiritualidade, via seu guro Meher Baba, a gênese do heavy metal(fator negado por Pete, apesar do Live at Leeds)e até uso de elementos Wagnerianos e minimalistas no rock, são alguns dos inúmeros legados de Pete.
Uma de suas maiores obras, o disco Who’s Next, surgiu de um acidente de percurso do que seria outra obra, que segundo Pete deveria superar as expectativas em relação ao Who pós- Tommy.
Inicialmente, chamada de Lifehouse ,era um arrojado projeto multimídia que previa uma interatividade entre banda e platéia ; baseava-se no princípio que a arte deva ser um espelho da audiência....
Por uma série de infortúnios, o projeto “foi para o brejo”...desde a falta de tecnologia adequada, até a não receptividade da platéia presente nos ensaios ,chegando aos peculiares abusos de drogas e hedonismos pelo resto da banda e pelo próprio empresário ,conduzindo o guitarrista a uma crise emocional que quase levou-o ao suicídio, em plena Nova Iorque.
Apesar de tudo, ficamos com um dos mais célebres discos de toda a história da música, com grandes hinos como: Baba o’Riley, Behind Blue Eyes , Bargain e Won’t get Fooled Again.
Bem... o fantasma de Lifehouse persegue Pete até hoje(palpite de fã...), vide como o inseriu no seu projeto solo o show “The music of Lifehouse”resgatando alguns audios originais e colocando em seu website(www.petetownshend.co.uk) a chamada frase-moto do projeto: “A música deve servir como um espelho que define a audiência.”.... um tanto psicodramático, não?
A música é uma manisfestação presente desde os primórdios da espécie humana. Segundo alguns especialistas em música hermética, a verdadeira música está presente desde o grito primordial e sua verdade se manifesta até hoje em artistas que têm esta verdade de maneira consciente ou não(viva Hermeto Pascoal!!!).
Todavia, o que vem sendo feito da arte, reflete na verdade o vazio que apresentamos como espécie humana ,um momento histórico interessantíssimo que não mostra muita graça e sim, talvez, um colapso nervoso geral da sociedade...
Cabe aqui um chamado para os músicos, sejam os artistas já consagrados, os que batalham pela sua arte, produtores, professores, engenheiros de som , editores e todos os profissionais desta grande arte:devemos todos ter em mente esse “fator espelho” e tentar refletir o que a platéia tem de melhor.Creio que, melhor papel social o músico não pode ter....
Márcio Okayama